segunda-feira, janeiro 12, 2015

SUPRACENTRAL DOS TRABALHADORES - II

Na continuação da tese para explicar que o PT não é um partido, vamos ver a confusão que seus dirigentes fazem entre estado e governo.

O Estado, com "E" maiúsculo, em uma definição clássica, é a nação politicamente organizada. O Estado, portanto, é um conceito abstrato, sob o qual se reúnem todas as entidades de uma sociedade voltadas para gerir e controlar as atividades cujos objetivos sejam a arrecadação de impostos, a administração da burocracia e a aplicação dos recursos arrecadados na promoção e melhoria do bem comum, tarefas que devem ser realizadas de modo impessoal e livres de solavancos por ideias políticas utópicas. O Estado não é ninguém. O Estado não é um órgão, uma autarquia, um departamento. É um conceito necessário para que a nação não sofra solução de continuidade.

terça-feira, novembro 25, 2014

O MUNDO GIRA E A HIPOCRISIA ROLA!

Nos meus anos de vida adulta fui percebendo que por trás de uma denúncia a um companheiro, havia uma motivação de vingança por ter sido... sacaneado! Vide Roberto Jefferson, Collor, mais recentemente o caso FIFA, e outros. 

Teorizar sobre fim da corrupção, uma variável universal e humana, portanto, é teorizar sobre o nada. A única saída é tentar manter instituições fortes e independência de fato dos 3 poderes.

sexta-feira, novembro 21, 2014

SUPRACENTRAL DOS TRABALHADORES - I

O título deste artigo é a síntese de minha tese para explicar (será isto possível?) o que é o PT. Começo afirmando que pode ser tudo, menos um partido político. E sua denominação não me desmente, posto que, ao se titular como Partido "dos trabalhadores", reconhece tacitamente que é "dos trabalhadores" - propriedade de - e não um partido trabalhista, como o PTB no Brasil ou o Labour Party inglês, que são entidades com modelos para gerir um país considerando todos os seus cidadãos, independente de qualquer outra consideração.

segunda-feira, outubro 27, 2014

THE DAY AFTER

Neste dia seguinte em que parcela de nós sente o coração apertado, com um sentimento de derrota que não quer ir embora, me vem uma questão: se nós perdemos, "quem ganhamos"?

Para tentar encontrar  algumas respostas, começo lembrando que democracia não é uma disputa olímpica, com um vencedor e um bando de perdedores. Democracia é convivência entre opostos e, como consequência, é alternância de poder, nada a ver, portanto, com perder ou ganhar. Não ter esta percepção é confessar uma incapacidade para o convívio num ambiente em que é preciso administrar as diferenças. É admitir uma queda para o autoritarismo, o contraponto à democracia.

terça-feira, outubro 07, 2014

MEMÓRIA DE ELEFANTE

Esta singela mensagem recebi hoje e não resisti a postar aqui com pequenos retoques apenas para ficar mais elegante.

Em uma caminhada pela savana Peter encontrou-se com um bebê elefante que estava com uma pata levantada, já havia sido abandonado pela sua mãe e pela manada por não poder mais caminhar.

Peter se aproximou muito cuidadosamente, o pequeno elefante estava furioso e estressado.

Peter ficou de joelhos, examinou a pata do elefante e encontrou um grande pedaço de madeira enfiado na sola da pata.