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sexta-feira, outubro 15, 2021

NIETZSCHE PARA NÓS, OS MUNDANOS

 

Hoje pela manhã assisti no Youtube uma aula do Professor Clóvis de Barros Filho[1]. O título do vídeo é “Nietzsche – Aula 01”, portanto, deveria ser sobre este que é um dos maiores nomes da filosofia, digamos, moderna. Mas é muito mais que isso. Assistir é uma oportunidade de abrir horizontes mentais e é a chance de sairmos de nossas visões superficiais manifestas no cotidiano das conversas de bar, dos embates familiares no almoço de domingo, ou, mais tecnologicamente, das discussões raivo-odiosas nas plataformas hipocritamente chamadas de “redes sociais”. É, enfim, subir um degrau na compreensão de como somos neste universo dos humanos seres.

Nesta aula, em cerca de uma hora e meia, o Professor nos faz entender de forma definitiva os dois significados opostos do conceito de “niilismo”. Mas não só. Nos faz refletir e rever pré-conceitos sobre diversos temas: ideologias, crenças, consciência, ação, reação, existência e outros. Posso tranquilamente considerar que, de tudo a que já assisti nas plataformas digitais, até mesmo do próprio Professor Clóvis, esta “aula”, além de um didatismo perfeito, tem alta qualidade de conteúdo relevante para o desenvolvimento de nossa percepção quanto à complexidade da diversidade dos indivíduos de nossa espécie.

Antes de lhe dar o link de acesso, me permita fazer 3 alertas:

1. O primeiro é para aqueles que não têm intimidade com a oratória do Professor. Tenha como premissa que você está assistindo uma aula de um Professor, com “P” mais que maiúsculo. Ele não é um pregador ou um militante de uma corrente ideológica. Digo-o porque, dada sua natural verve, há o risco de se confundir as opiniões do “personagem” que ele está “incorporando” com a opinião dele próprio (mais para o final do vídeo ele mesmo vai tratar esse aspecto).

2. O segundo alerta é para aqueles que têm “aula” como instrumento de “educação” no pior sentido desta palavra.  O Professor, no caso, ensina sobre como pensava Nietzsche. Não o julga como pessoa nem julga suas ideias, apenas as apresenta. Portanto, não espere um “discurso” vinculado a qualquer ponto de qualquer espectro que se imagine – político, religioso, social etc. Não importando “onde” você se coloca,  receberá  contribuições aos conhecimentos que já tem.

3.  E, por último, abra sua mente e deixe-se guiar pelo caminho da compreensão de ideias (antes de julgá-las), pois você terá todo o tempo do mundo para questionar, refutar, discordar e classificá-las como melhor lhe aprouver após o final da “aula”.

De minha parte, faço a seguinte síntese: minha ignorância sobre as coisas da vida ficou um tantinho menor.

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=CI3ceecsClw

 

Bom final de semana!



[1] O vídeo consta como publicado em agosto/21, mas pelo que pude pesquisar, o evento deve ter ocorrido em 2013.

quarta-feira, agosto 25, 2021

1 FATO 3 NARRATIVAS

"O conhecimento do assunto em um debate é desnecessário, porque toda opinião é falsa e as palavras não tem nenhum significado fixo, pois servem apenas para lisonjear e persuadir." 

Geórgias de Leontinos (-487/-376)

“De que nos serve entender as coisas se com isso nos tornamos mais covardes, se esse conhecimento nos tira o repouso e a tranquilidade de que gozaríamos sem ele, se nos reduz a condição pior que a do porco?” 

Pirro (-318 a -272)


No domingo, 22/8/21, apareceu a notícia de que um acampamento de pessoas começara ser montado nos gramados da esplanada dos ministérios em Brasília. Vamos ver como o fato foi relatado nas redes sociais.

O website Brasil de Fato, apresentou a seguinte chamada:


Quem primeiro teve conhecimento do fato através deste veículo, soube então que se tratava de uma manifestação de indígenas com objetivo e datas de início e encerramento definidos. Eu só fui ver esta publicação agora que me disponho a fazer esta postagem, até então o que soube foi no dia 23, quando recebi em meu zap este vídeo:


Nele, portanto, fiquei "sabendo" que os apoiadores de Bolsonaro, inclusive indígenas, já estavam começando a chegar para a manifestação de 7 de setembro. Quase nada desta frase foi dita no vídeo, mas é  uma dedução lógica que, como eu, qualquer um que o assistiu também a fez, mesmo que alguém tenha ouvido um soprozinho estranho no ouvido. Ou, como eu, tenha recebido no domingo, um zap com um pdf falando tudo sobre a manifestação, inclusive sobre barracas, o que me ajudou a acreditar na versão. Veja:


Para o final do mesmo dia recebo, também no zap, um vídeo do canal "Questione-se" do qual extraí apenas uma pequena parte só para o interesse desta postagem mas que você pode ter a íntegra aqui.

Shiii!!! Fui enganado!!! É a esquerda que está usando os índios e outros militantes para ocupar o espaço que a direita pretende ocupar no 7 de setembro!!! Os caras são "phodas" mesmo!!! O que fiz eu? Claro, apertei o compartilhar até com um certo sentimento de culpa pelo envio anterior!!!

Acontece que no final da noite do mesmo dia, recebo um outro vídeo, para o qual também fiz uma edição, mas cuja íntegra você pode ver aqui.


Êta sô!!! Agora é que ficou tudo escuro mesmo! Mas as barracas estavam lá, eu vi "com esses olhos que as redes sociais tentam ofuscar", elas estavam lá!!! Aí vem o tal do Ariston me dizer que foi lá checar e as barracas sumiram!!! Todinhas? Nenhumazinha pra servir de prova, indício, suposição!!!

Então hoje, 25, voltei a pesquisar e encontrei esta notícia que confirma a intenção do acampamento mas não resolve a questão de quando ele começou a ser instalado.


CONCLUSÕES

1 - Um fato é verdadeiro: indígenas acamparam no gramado da esplanada dos ministérios.

2 - A manchete do Brasil de Fato, do dia 22, domingo, parece estar correta desde que falso o terceiro vídeo.

2 - A pessoa que fez o primeiro vídeo, provavelmente na manhã de segunda-feira, interpretou erradamente o que estava vendo/acontecendo, gravou afirmações falsas, mas como todo bom internauta destro no botão "compartilhar", distribuiu para seus contatos, cujos destinatários "compartilharam" com seus contatos, que por sua vez... Over and over again.

3 - No vídeo 2, o blogueiro "bolsonarista", em sua ânsia de mostrar as táticas da esquerda, monta uma narrativa a seu gosto e em oposição ao vídeo 1.

4 - No vídeo 3, o Ariston mostra a esplanada vazia na noite de domingo para segunda (ele afirma que é esse o dia), o que nos faz imaginar que os índios só chegaram na manhã de segunda.

5 - Na manchete da Agência Brasil (um braço da Empresa Brasil de Comunicação) que imaginamos ser correta na divulgação de notícias, confirma que há sim um acampamento de indígenas em favor de que o STF defina a data de promulgação da Constituição como "marco temporal" para a demarcação de terras.

6 - A ignorância, o desconhecimento, aliados ao desejo urgente de aparecer "bem na fita" do compartilhamento de qualquer coisa, traz o inferno que até então ficava no centro da Terra (é onde dizem que fica) para a tona de nossa vida cotidiana. Não se trata mais de que "todo cuidado é pouco", todo cuidado não significa garantia alguma de que a notícia  que você está recebendo tem compromisso com a realidade do fato.

Estamos aprendendo enquanto sofremos as dores do crescimento. Por mais que nos policiemos (eu tento o tempo todo não me deixar levar, mas mesmo assim...), vamos cometer erros até mesmo grosseiros.

Antes da digitrônica, um sujeito do mal fazia das suas contra uma pessoa, uma família, um pequeno grupo, uma empresa e, em casos extremos, contra parte da população de uma cidade, como foi Oklahoma, Torres Gêmeas, Paris etc. Hoje, este sujeito do mal, pode atacar uma enorme parcela da humanidade apenas divulgando uma imagem, uma notícia, que nem precisa ser real (ele mesmo pode criá-la) e divulgá-la nas redes sociais internet a fora. Ou então hackear computadores e/ou sequestrar seus conteúdos, principalmente de empresas, e isto em escala planetária.  Antes, portanto, o mal existia, foi só a abrangência e a intensidade do dano que mudou. O que pode nos servir de algum consolo, é que tal poder também pode ser usado pelos bons. 

Antes de dar seu clique em "compartilhar", pense, espere, aguarde. A besteira que podemos fazer hoje, pode esperar até amanhã. Quem sabe descobrimos, nesse intervalo, alguma razão para não cometê-la?

quinta-feira, novembro 26, 2020

A MENTIRA DAS “FAKE NEWS”


“Refletir é incomodar os pensamentos.”

Evaristo Miranda, diretor da Embrapa, em 2020.

 

Fake é falso e news é notícia. Conclusão: “fake news” significa “notícia falsa”. Ou seja, não significa “notícia mentirosa”. E será que existe diferença entre mentira e falsidade? Pesquiso e aprendo que há, sim, uma sutil diferença entre mentira e falsidade. Vamos ver esta questão antes de continuarmos.

No que interessa a este exercício de reflexão, a mentira é dita por quem sabe a verdade, enquanto a falsidade é uma fala desprovida do conhecimento do fato, ou seja, a falsidade existe basicamente por ignorância, enquanto a mentira encobre um fato que não se quer que outros saibam, mente-se, portanto, na intenção de se auto proteger.

O problema básico da mentira é que, para não ser desmascarada, ela precisa: primeiro, estar bem estruturada; segundo, que não surjam fatos novos que não se encaixem com a versão contada; e, terceiro, que surtam os efeitos desejados antes que haja  tempo e circunstâncias para que os fatos venham à luz. Era assim na era analógica em que as sociedades viviam. Não é tanto mais assim. Como a digitrônica nos dá acesso a quase tudo de relevante para nossa vida cotidiana com dois ou três cliques, tudo se descobre muito, muito mais cedo do que tarde. As pernas da mentiram nunca foram tão curtas!

Uma das marcas dos anos 1950 foi a febre da ufologia. Apareciam discos voadores por todo canto. No Brasil, o aparecimento mais famoso foi em maio de 1952, na Barra da Tijuca, documentado por uma dupla (jornalista e fotógrafo) da revista O Cruzeiro. Como veio a se confirmar, uma reportagem mentirosa relatando uma “aparição” criada para vender mais revista. Não deu cadeia pra ninguém. Até os militares embarcaram na mentira. Ou seja, mentir para atingir um dado objetivo, vem, provavelmente, dos tempos em que o homem das cavernas usava a mentira como expediente para justificar sua ida na caverna da vizinha!

E a falsidade! Há que voltarmos à definição que dei acima: é um relato que independe do conhecimento do fato, ou, o que ocorre com certa frequência, quem falseia não quer conhecer o fato sob o risco de se ver tachado como um mentiroso. A ignorância é uma realidade na história da humanidade pelo simples fato de que, se era impossível aos Neandertais saberem da existência dos homo Sapiens, muito, muito menos agora que a amplitude dos fatos é milhões e milhões de vezes maior que então. Tal complexidade veio a calhar como circunstância favorável para aqueles que a utilizam como proteção vantajosa por psicopatas, fracos e/ou mal intencionados. 

Precisamos ver uma outra questão. O que é “opinião”? Na internet, a “mãe dos ignorantes”, encontramos que é a manifestação de um “julgamento pessoal; parecer”. É, no popular, o tão proclamado “eu acho”. “Eu acho” que no STF só tem gente interessada em si mesma. Isso é uma suposição? Um julgamento pessoal? É uma falsidade? Você acha? É a sua opinião. Não é a minha! E agora? Se fosse preciso que você e eu provássemos nossas opiniões a partir de nossas percepções, então, consequentemente, perderíamos o direito de manifestar opinião sobre o que quer que nos apresentasse para um julgamento mundano. 

Toda opinião está impregnada de alguma “falsidade”. É uma condição inerente à percepção, sentimento que a sustenta. Percepção tem um cordão umbilical com suposição, pela simples realidade de não estar calcada no conhecimento dos fatos. Qual o principal ingrediente das fofocas cotidianas se não “opiniões” cheias de suposições,  falsidades, a partir dos interesses de quem as emite? A nova era, ao nos tornar a todos "eceptores", nos deu o poder de "carimbar" com o rótulo de "fake" toda notícia que eu não desejo ver compartilhada. Não é um algo que possa ser conceituado. É simplesmente um instrumento político a serviço, fundamentalmente, dos que são adeptos de uma visão distorcida, míope, neurótica, de como realmente se comporta a humanidade.

Exposto isto há que se perguntar por que diabos estamos envolvidos em uma discussão maluca sobre coisas tão óbvias?

Acontece que a expressão “fake news” veio ao encontro dos interesses táticos dos que desejam subjugar os povos a todo custo. Na base dos motivos e do perfil dos integrantes deste grupo, vamos encontrar: comunistas frustrados com a derrocada da União Soviética;  o movimento pendular das insatisfações populares; o globalismo invasor das autonomias das nações; o recrudescimento da intolerância religiosa; o advento da digitrônica; o consequente derretimento do sistema democrático como estruturado até aqui; chegando à reação visceral das oligarquias perdedoras de poder, em especial, das mídias tradicionais até então exclusivas e poderosas fontes manipuladoras da interpretação dos fatos sócio-político-econômicos.  

A par das reações da “grande mídia” para a qual não interessa o que é dito, mas sim por quem é dito, surgem as plataformas das mídias sociais censurando cidadãos e empresas, através do bloqueio de conteúdos, simplesmente porque estão fazendo o jogo de políticos e juízes de todas a instâncias, que se coordenam para defender um status quo ameaçado pela nova era. Para atingir seus intentos, adotam ações que afrontam a constituição, desrespeitam a hierarquia jurídica, invadem os limites da alçada de cada poder, criminalizam sem acusação a manifestação de opinião, chantageiam empresas com as ameaças que lhes estão à mão. Neste processo, tudo pode e deve ser rotulado como “fake news” se não for do interesse da “patota do selo azul” (expressão proposta por Rodrigo Constantino). A hipocrisia saiu do âmbito das relações interpessoais e de instrumento de políticos, para subir muitos degraus na escala de usos, e aboletou-se no trono da soberba, e, ditatorialmente, tenta determinar as percepções de todos nós. Eu espero que o silêncio que se abateu tanto sobre o “inquérito do fim do mundo”, quanto o projeto de lei das “fake news”, já aprovado pelo Senado e atualmente na Câmara, signifique que os envolvidos estão percebendo que são intenções autoritárias, ditatoriais e, portanto, nada pode ser mais antidemocrático do que reprimir os legítimos direitos dos cidadãos emitirem suas próprias opiniões e avaliações sobre nossas instituições e seus representantes, isto sem considerar a absoluta impossibilidade de se estabelecer o que possa ser uma simples opinião e o que possa ser uma opinião criminosa!!!

O que você acha disto: os “antifas” acusam (e oprimem) os não adeptos de... “fascistas”, numa evidente afirmação e ação... “fascista”!!! Radicais esquerdistas vão às ruas em manifestações "pacíficas" de violência, portando faixas proclamando estarem em “defesa da democracia"!!! E mais. Só existem “fake news” nas mídias sociais, enquanto as mídias tradicionais são unânimes em falsear as notícias ao bel prazer de seus orgulhos feridos e sem qualquer constrangimento ou escrúpulos, pois reacionários à perda do poder.

Não nos iludamos. A campanha de "Combate às notícias falsas" é uma "cortina de fumaça" utilizada por perdedores nos processos democráticos pois têm a convicção de que o "povo não sabe votar" e que a "verdade" está com eles. Em que parte da história política foi necessário "combater" com polícia e leis a emissão e transmissão de falsidades? Isto sempre foi uma tarefa do tempo e dos indivíduos em sociedade. Não do Estado. Nas exceções, foi ação de governos de exceção para impor suas "impróprias" mas adequadas "verdades"!!! Quais serão os critérios a serem utilizados pela agência de checagem criada pelo governo do Ceará cujo objetivo anunciado é o "estabelecimento da verdade (sic) em temas ligados à administração estadual"? Ou eu sou um idiota ou isto é um instrumento de regimes neofascistas! Existe uma outra campanha debilóide circulando que pede algo singelo: "Se for fake news, não transmita"Só pro macaco entender: 1) Como eu descubro se é uma notícia que eu não devo compartilhar? 2) Ah! Já sei, eu devo consultar antes o "sleeping giants" (1), ou alguma agência de checagem "tendenciosa de fatos" (2). Hum, agora entendi! Só não entendi se a OMS emitiu notícia falsa quando induziu os países a adotar o "fique em casa", inclusive os alunos em idade escolar, e agora defende a volta às aulas!!! 

Se a mentira ufológica foi um “must” dos anos 1950, “fake news” será um dos “trending topics” dos anos 2020. Não entre nessa, pois cada acusação ou rotulagem de qualquer notícia como "fake" que alguém faça, está colocando uma gota num copo que, inevitavelmente, vai transbordar. Só ainda não se sabe quando.

O que se passa, portanto, no mundo, é o questionamento que uma geração faz sobre os valores da sociedade ocidental construídos pós revolução industrial, duas guerras mundiais com dezenas de milhões mortos, algumas pandemias, um risco de guerra nuclear, fantásticas descobertas que duplicaram a expectativa de vida em 70 anos, e um pacote de soluções tecnológicas que melhoraram incrivelmente os índices de qualidade de vida em todo o mundo.  Tal geração de ignorantes da história compõem um movimento sem líderes buscando direção e unidade onde só há fragmentação de causas de minorias cujos anseios não são comuns e por isso não ganham liga, não se "colam". Sobra apenas um inconsistente discurso da "discriminação" que usa a discriminação para encontrar "culpados" de suas fraquezas psicológicas. Isto nada mais é do que a prática do "dividir, enfraquecer, dominar" (3). Para estes, a digitrônica veio a calhar. Fazendo de cada cidadão um produtor e distribuidor de informação (falsa, mentirosa, verdadeira, interesseira etc.) virou de ponta cabeça o mundo das grandes corporações de mídia. Permitindo tal distribuição e o "feedback" instantâneo, as consequências das notícias deixaram de habitar o admirável mundo da manipulação da opinião pública. Neste ambiente, tal como o Corona-vírus, o contágio se dá por clique-contato e a infecção intelectual varia desde a não percepção de sintomas até a internação em UTI, prévia da falência dos neurônios. Mas se não tem líderes, a Grande Rede está repleta de "celebridades" apoiadoras, uma elite que viveu (e vive) às custas de fontes de renda herdadas de seus ascendentes ou do Estado protetor, onde o uso da máscara de "humanitário" progressista é de uso obrigatório, pois esconde a hipocrisia das intenções só admitidas entre quatro paredes da Champs-Elysées. Não há proposição, apenas contraposição. Não querem construir, apenas destruir para ver no que vai dar. Mas é só dar uma olhada na história para se certificar e prever que quem vai pagar pela insanidade psiconeurótica dessa turma, serão os milhões de cidadãos-ovelhas que serão usados como bucha de canhão. Cruzo os dedos para que antes dessa hora tenhamos ganho, tal como desejado em relação ao Corona, imunização de rebanho.

Exposto isto, abandono eu, e sugiro que você abandone também, a utilização da mentira “fake news”, e utilize somente nossa tupiniquim “falsidade”. Com esta atitude fica mais fácil identificar o que realmente está acontecendo, imaginar o que pode vir a acontecer e se posicionar quanto ao que se vai fazer.

Espero, mais uma vez, tê-lo ajudado a evoluir em sua percepção sobre o que nos espera, e, adicionalmente, enxergar com certa dose de saudade como era nosso maravilhoso mundo velho!

(1) Atenção: ninguém sabe até agora (nov/20) quem são os responsáveis por trás desta "entidade" que emite lacrações de modo absolutamente anônimo, o que é proibido pela Constituição, e, no entanto, não foram incomodados pelo STF: https://twitter.com/slpng_giants_pt. Dê uma olhada nesta matéria da Gazeta do Povo.

(2) Agência Lupa, ligada à Folha, se intitula "a primeira agência fact-checking do Brasil" https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/

(3) Para uma ideia clara do que isto significa assista aos 3 episódios da série "As grandes minorias" produzidos pelo movimento Brasil Paralelo. Aqui o primeiro capítulo, "Os Antifascistas". Não faça isto depois de se alimentar pois o risco de vomitar é alto.

Livro  https/ecclesiae.com.br/inquerito-do-fim-do-mAuiundo


Olha só quem está em primeiríssimo lugar!!!

Mas esta é uma coisa que a "patota" quer evitar a todo custo! 

Este texto contribuiu para aprimorar sua visão sobre o tema? Se você tem um comentário, uma sugestão ou uma crítica a fazer, você pode usar o formulário de cpntato aí ao lado, ou, se souber, meu whatsapp particular.  Por importante, serei grato pelo seu feedback.