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quinta-feira, abril 08, 2021

O PROCESSO

 "Não é medo, não há nada a temer. 

O que há é mais uma apreensão imensa e difusa, sem origem e sem causa." 

Personagem Eddie Willers no romance A Revolta de Atlas, de Ayn Rand.

Revendo, relembrando: se, por princípio, ninguém convence ninguém de coisa alguma e, portanto, o debate é inócuo, o não debate é essencial quando o outro se nega a ouvir seus argumentos. 

O que temos na política mundial neste início da 3ª década do 3º milênio, é resultado de um processo que ocorre no mundo ocidental há quase 2 séculos. Seu início se dá no pós revolução industrial que trocou monarquias por repúblicas, em tese democráticas, e criou o Estado-Nação definindo fronteiras e intensificando identidades culturais. O combustível para a explosão de "o Processo" ao final do século XX, foi e é o dinheiro de metacapitalistas (os antigos magnatas) ungidos, supremacistas da verdade, que é injetado no motor composto por organizações de todo tipo e mote - desde que comprometidas com a destruição da cultura ocidental como a vivemos até então. A maioria velhotes que se lixam para as consequências que deixarão como legado principal para a humanidade que será mal-formada porque estão "desconstruindo" a identidade de nossos filhos e netos em todas as instâncias. São déspotas no âmago, muito mais perversos que seus militantes esquerdopatas por eles manipulados.

No Brasil, "o Processo" ganhou contornos insanos graças à "feliz" chegada, para os agentes do caos, do Coronavírus, gerador de uma providencial pandemia. Nossos "socinistas" (1) perdedores assumiram, agora sem qualquer pudor, o que só era dito nas entranhas dos bastidores das conspirações, o discurso e a prática do "quanto pior, melhor" para viabilizar a tirada de Bolsonaro da presidência aplicando um golpe "legal" à la Van Dame ou Bruce Lee.

Não importa se Bolsonaro pretende ou não se candidatar à reeleição. Desde o primeiro dia de mandato isto passou a ser irrelevante e, pior, improvável, não por ele, mas porque todos os socinistas, os de carteirinha, os de ocasião, e os oportunistas, vão fazer de absolutamente TUDO para que isto não aconteça. Torço para que os crédulos liberais e/ou conservadores, que acreditavam nas boas intenções do "lobo", tenham entendido claramente o recado de Gabeira (2) antes que sejam devidamente sodomizados. O que está nas linhas e entrelinhas da confissão feita por ele, é o processo que os adeptos da "nova ordem social", da destruição da família, da implantação de uma libertinagem sexual, dos incentivos ao aumento dos preconceitos de todas as espécies pelo sistema de cotas em lugar do mérito, dos coletivismos à base da proposta marxista de "de cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades", chegando até o globalismo estatizante, conceitos agora praticados de maneira escancarada.

Não há, portanto, qualquer chance de diálogo. De negociação. De exercício da democracia. Entendam todos que Ciro Gomes vai continuar a defender seu direito de ser capacho do "bandido de nove dedos"; a amante vai continuar cuspindo asneiras petistas; José Dirceu não vai desistir de "tomar o poder com ou sem eleição(3); o PSOL vai impetrar novos recursos no STF contra qualquer coisa que Presidente propuser, fizer ou disser; os ministros "Supremacistas ungidos" continuarão queimando, um a um, os principais artigos da Constituição mesmo que em evidente contradição a outras decisões da "corte" desde que sirvam a seus propósitos inconfessos, além de insistir em impedir o Presidente de governar; o presidente do monopólio OAB se manterá longe dos filiados compulsórios e fiel a seus amigos esquerdistas; os sindicatos, minguados de verba, farão passeatas antifascistas com meia dúzia de pobres coitados sem direito a sanduíche; os grandes veículos de comunicação, famintos das verbas federais, beirando a falência e perda de concessão, cada dia mais intensamente, manipularão fatos, torcerão palavras, sempre na intenção de servir às intenções da Sociedade dos Perdedores Unidos (SPU); os "antas", em muitas notas de 3 linhas, vão manter sua direção sem rumo mas com conexão firme a mamatas de 8 milhões; o ex-condenado e ex-presidiário, fará discursos à distância (quero ver sair às ruas) enaltecendo mortos, fingindo honestidade sempre na maior cara-de-pau; o Senado vai dar um jeito de descartar os 2,6 milhões de assinaturas para o impeachment de Moraes; Arthur vai tocar na lira uma sonata para boi dormir enquanto espera o momento adequado para servir de instrumento golpista; governadores afeitos a uma ditadurazinha, insatisfeitos com apenas 4 mil óbitos por dia, praticarão mais e mais lockdowns para inflar os números e justificar o genocídio sempre atribuído a Bolsonaro; Agripino vai arriar as calças apertadas para os esquerdóides se isso for satisfazer sua personalidade neuro-psicótica; políticos de todo o espectro votarão, como sempre, tentando identificar qual deve ser a opinião a adotar que aumente suas chances de se manter no poder; petistas como Maria do Rosário, Gleise Hoffmann e Rui Falcão serão contra tudo o que for posto a votação na câmara; enquanto Jackes Wagner e Humberto Costa farão o mesmo no Senado; Mandetta manterá sua cara de paisagem para as consequências de sua criminosa determinação de "fique em casa"; Moro, o traidor mau-caráter, se manterá calado debaixo das saias de Mônica, escondido das intenções de Gilmar, até conseguir se candidatar a alguma coisa por qualquer partido; Hulk vai meter seu grande nariz onde não for chamado, até se ver abandonado pelos "amigos" na ilha de Caras ou nas praias do Caribe;  João Amoêdo, presidente do, agora, "partido velhaco", vai continuar publicando posts nas redes sociais sempre com o slogan "impeachment já", desapontando idiotas, como eu, que acreditaram no Novo; cartas, manifestos, notas radicais críticas a qualquer proposição dos ministérios serão divulgadas com estardalhaço pela "intelligentsia", enquanto, paralelamente, farão total silêncio para as realizações positivas do governo; muitas máscaras liberais cairão revelando empresários saudosos das benesses subsidiadas de um BNDES ou de um Estado corrupto onde "aplicar" um contrato cheio de vícios; o grupo Globo, enquanto a direção cuida de derrubar o Presidente antes da renovação de sua concessão, estimula seu jornalismo, através de suas Mirian's, Maju', Guga's e Willian's, a distorcer notícias, não divulgar ações do governo e manifestações pró Bolsonaro, tripudiar do sofrimento de trabalhadores informais, todos de quarentena gourmet no alto de seus apartamentos na zona sul; sociedades médicas se manterão dissociadas dos cidadãos, se recusando a reconhecer os tratamentos preventivos e precoces; catedráticos das universidades federais continuarão a estimular a libertinagem em todos os campi; professores irresponsáveis continuarão doutrinando nossas crianças na ideologia de gênero e promovendo práticas sexuais desde o maternal, alheios à vontade dos pais e de orientações em contrário determinadas pelo MEC; servidores públicos continuarão fingindo que o país não é com eles enquanto seus gordos salários estiverem sendo creditados todo final de mês; integrantes de guardas civis e até mesmo de policiais militares, impedirão trabalhadores de ganhar seu sustento, preferencialmente usando força bruta; cidadãos do mal esconderão vacinas, fingirão aplicar ou aplicarão um líquido inócuo, mas farão de tudo para minar a imunização da população; muitos outros encastelados no poder ou desejosos de a ele voltar ou integrar, farão coisas abjetas em nome da "democracia socinista", mas uma coisa ficará cada vez mais difícil para todos eles: andar na rua. Este é "O Processo". Um conjunto de ações intencionais, irracionais, insanas, incoerentes, às vezes ilegais, por muitas vezes mentirosas, realizadas por uma minoria da sociedade que não aceita um verdadeiro regime democrático, e não aceitará pacificamente não voltar ao poder. Para tal intento, usam de técnicas sofisticadas de manipulação (5) de nossas mentes que, resumidamente, podemos rotular de "negar, negar, negar e atacar".

Enquanto isso, Bolsonaro vai continuar respeitando a Constituição, defendendo a democracia, lutando para acabar com as arbitrariedades de governadores e prefeitos; continuará sendo acusado de fascista, genocida, negacionista, de ser louco e do que mais puder ser inventado para jogar toda e qualquer instituição contra ele; continuará a ser saudado pela população enquanto visita cidades, passeia pelas ruas, cumprimenta eleitor, sempre bem recebido por milhares e milhares da parcela da sociedade que rejeita, por princípio moral, todo este "processo". Ele continuará a falar e discursar a seus apoiadores sempre que possível; e mostrará sua revolta, muitas das vezes de modo tosco ou chulo. Mas nunca deixando de ser franco e de estampar a hipocrisia dos desesperados.

Preste atenção às mensagens explícitas e subliminares a que você está exposto o tempo todo. Conscientize-se de que estamos cercados. Este é "O Processo". Entenda-o e mexa-se. Não há como debater, conversar, discutir, argumentar. Aceite o caráter doentio de "O Processo". Só os cidadãos unidos em manifestações públicas, clamando pela causa da subordinação de todas as instâncias do poder à Constituição e às demais Leis, será possível impedir que o atraso e a ditadura dos "Supremacistas Ungidos" venha a ser instaurada em algum momento entre hoje e a eleição de 2022.

 Porque, se for isso que nos derrotará, então a culpa terá sido toda e somente nossa.(4) 

E nos envergonharemos por não termos lutado.


 (1) Termo que proponho para unir os irmãos siameses: socialistas e comunistas.

 (2) Ver artigo de Gabeira em O Globo em 5/4/21

  (3) Declaração de José Dirceu:


(4)
 Adaptação para o presente de uma fala do personagem Hank Rearden, no romance A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, uma obra sensacional de 1.200 páginas, escrita em 1957 e mais premonitória que 1984 ou Admirável Mundo Novo!!!

(5) Para os que têm interesse em saber mais sobre "manipulação" e outras questões impostas pela esquerdopatia reinante, indico "Várias Faces da Ordem Mundial", da Vide Editorial. Comprei através da livraria da Bárbara, Canal Te Atualizei.


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quinta-feira, julho 16, 2020

O PRESENTE E O FUTURO DAS REDES DE TELEVISÃO

Sentado no meu sofá,  subjugado por uma quarentena imposta pela incompetente parceria OMS/China/Governadores/Prefeitos, entediado na minha décima oitava semana de confinamento, assisto pelo Youtube a conteúdos de minha livre escolha, idem para filmes na Netflix. Se assistir canais abertos não faz parte da minha vida há muitos anos, manter uma assinatura na TV paga se justificava exclusivamente pelo futebol, já que a partir da posse de Bolsonaro o jornalismo dos principais canais fechados ficou a serviço da militância de esquerda, gerando factóides para vingança dos perdedores que foram devida e oportunamente defenestrados do Estado e estão revoltados com o fato das torneiras da corrupção terem sido fechadas. Mas eis que veio o Corona. O futebol ficou suspenso por 4 meses e um tal de Jair Messias canetou um decreto acabando com o monopólio da Globo, e por extensão, de qualquer outra emissora. Pergunta-se: como ficará a mídia televisiva depois que a maioria da classe média consumidora se certificar de que os canais de internet dão conta com muito mais vantagens de nos suprir com informação e entretenimento?

No Youtube eu tenho a meu dispor jornalistas, analistas políticosn e financeiros, blogueiros de infinitos conteúdos (cozinha, marcenaria, medicina de todas as especialidades, astronomia, vídeos de todos os lugares do mundo, aulas das mais diversas especialidades etc. e tudo isto no meu horário, na minha ordem, podendo dar pauses, avanços, retrocessos, sem precisar me preocupar em ter que gravar pois tudo estará lá sempre. O que pode haver de melhor? Quem precisa dos jurássicos canais de TV?

Na Netflix, a 24,90 mensais, acesso filmes, documentários e séries. Recebo sugestões de acordo com o que já assisti e, como no Youtube, com os mesmos recursos de operação,e,  de novo, tudo sempre estará lá à espera da minha conveniência. O que mais preciso?

A partir desta realidade ululante, em minha humilde opinião, a Globo está se preocupando com o adversário errado. A cúpula do, ainda mas talvez por pouco tempo mais, maior grupo de comunicação do país precisa rapidamente redirecionar sua artilharia para estas novas tecnologias e esquecer Bolsonaro, pois, o mais provável,considerando a queda de audiência gradativa e consistente, é que ela mesma não venha a ter mais tanto interessse em renovar sua concessão. Veja print a segir e se quiser saber mais acess este link.   


Ou seja, o streaming veio para ficar e dominar. A televisão, aberta ou fechada, continuará a ter sua audiência reduzida até o dia em que mudará seu modelo de conteúdo e de comercialização para atender um determinado nicho de mercado, tal como, por exemplo, aconteceu com o rádio.

Só que não há impunidade neste processo. Já em 2018, portanto antes de Bolsonaro, a Globo contratou uma consultoria internacional para re-estruturar toda a sua operação (acabou a farra dos globais) pois, não só os lucros vinham apresentando tendência de queda, como as empresas vinham redirecionando suas verbas para outros canais de comunicação. Veja o print a seguir e se preferir veja a  matéria da Meio & Mensagem
Agora pense um pouco sobre os 4% a menos em 2019 e adicione para 2020 as consequências da pandemia! As pessoas descobrindo a mídia streaming; a perda do monopólio das transmissões do futebol; a perda que seguramente ela está absorvendo pela redução no número de provas da F-1; a óbvia redução dos valores de negociação dos intervalos comerciais em função da queda de audiência; etc.

Finalizando, a exemplo do que milhares (dezenas de, centenas de?) já fizeram, estou em meus preparativos finais para providenciar o cancelamento de minha TV por assinatura. E sua experiência/vivência como está sendo? Comente aqui.,


Veja a matéria do print acima aqui.


quarta-feira, abril 01, 2020

A HIPOCRISIA DOS CANALHAS

Neste dia da mentira, cuja verdade em alguns países é a verdade da proibição de contar uma mentira, nunca os canalhas se mostraram tanto quanto até aqui. Desde o pedido de impeachment protocolado na Câmara pela deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) - uma peça rara de hipocrisia a ser catalogada nos anais das idiossincrasias da República -, até os noticiários do grupo Globo embalando com carinho o "quanto pior, melhor", passando pelas decisões oportunistas e politiqueiras de governadores derramando sangue e fel pelo canto de suas bocas, todos manipulando o caos em proveito descaradamente próprio (nem mesmo se importam com o ridículo a que se expõem).

A democracia da deputada não cobre o direito de o Presidente ter opinião diferente dela e do grupo de "aloprados" que a convenceram a fazer o papel de boi de piranha, sem a mínima vergonha na cara de não irem junto, sabedores da piada de 1º de abril em dia errado. Os editores dos jornais do grupo Globo e os jornalistas sem-caráter, que por sincera adesão ou falta de coragem se recusam a "pedir pra sair", manipulam as notícias como aquela do Prefeito de Milão que se "arrependeu" de ter se manifestado inicialmente "contra o isolamento total", esquecendo-se, todos, intencionalmente, de informar o intenso intercâmbio desta cidade, centro ocidental de criação de moda, com Wuhan, centro Chinês de moda. Não informaram que o ano novo chinês, celebrado no dia 12 de fevereiro, levou os chineses residentes em Milão a viajarem para o feriado e da China voltarem devidamente infectados. Não bastando, não lembraram aos telespectadores o fato da estrutura de atendimento de saúde ser absolutamente insuficiente para tal volume de infectados. Já a performance midiática de Doria e Witzel atingiu os mais altos níveis que o ridículo pode alcançar. Creio que nas próximas eleições a que se candidatarem, as mídias sociais farão todos lembrarem do que fizeram neste 2020 de Covid-19.

Os canalhas oportunistas tentam transformar a visão de Bolsonaro a favor de uma quarentena menos restritiva, em mais uma ameaça dele à democracia, quando graças ao Presidente, graças à sua tenacidade, graças à sua tendência ao confronto de ideias, todo cidadão brasileiro está podendo, além de refletir sobre as melhores atitudes a tomar nesta crise monumental de saúde - tanto no âmbito pessoal quanto governamental -, expor o dano à sua situação particular frente à determinação radical de uma quarentena horizontal. A hipocrisia é tão grande, que fingem não enxergar que há muito estamos praticando um modelo vertical que vem se ampliando semana a semana. Categorias inteiras de atividade estão trabalhando até mesmo em ritmo muito mais intenso. Entre elas estão todos os profissionais da saúde, da segurança, da limpeza pública, do saneamento básico, caminhoneiros, restaurantes, todas as atividades da pecuária e agro-indústria, a cadeia responsável pela logística de levar o alimento do campo à mesa de cada lar brasileiro, supermercados, lotéricas, os moto-boys, os taxistas e uberistas, as farmácias, a indústria farmacêutica e química, a de equipamentos médicos e outros necessários à continuidade de atividades que simplesmente não podem parar, as empresas de tele/comunicação,  etc. etc. etc. Mas os derrotados por Bolsonaro ignoram os fatos que não lhes são convenientes, pois nada mais interessa além de atacá-lo.

O Presidente, com seu alerta sobre o momento imediato pós controle da pandemia - ele virá inevitavelmente - fez toda uma cúpula de governo pensar mais, buscar alternativa, se conscientizar mais, e descobrir o que realmente é prioritário fazer. Este é o caminho que estamos vendo o país seguir. É adquirindo novos hábitos de higiene pessoal e de proteção individual no interrelacionamento, insistindo na quarentena dos idosos e daqueles com comorbidades que interagem negativamente com este vírus, e os governos envidando todos os esforços e investimentos no aumento da capacidade da infra-estrutura de saúde, que poderemos ter os menores índices de mortalidade e as maiores chances de rápida recuperação econômica. Mas isto será péssimo para todos aqueles que tiveram seus interesses profundamente afetados pela perda do poder e pela honestidade intransigente e rude de Bolsonaro.

De certa forma estou fazendo chover no chão molhado, pois, apesar de nada ainda sabermos sobre esse "vírus do capeta",  creio que estamos aprendendo dia-a-dia a nos defendermos dele e, com certeza, dos eventuais (ou quase certo) próximos de mesma cepa. Prova disto, é o interesse que nesta semana as redes têm mostrado sobre o que Michael Sandel nos fustiga com suas palestras na Harvard University. Para mim é quase surreal ver um mundo de gente se dando conta de que tomar decisões em situações que envolvem um ou mais de um outro, não é uma tarefa fácil. Tudo graças a uma quarentena forçada que nos obriga a pensar filosoficamente, a discutir questões éticas que nosso cotidiano não nos permite fazer.




Augusto Nunes: https://noticias.r7.com/jr-na-tv/videos/augusto-nunes-nenhuma-outra-doenca-tem-destaque-no-noticiario-monopolizado-pelo-coronavirus-30032020

24 palestras de Michael Sandel: Qual a coisa certa a fazer?
https://www.napratica.org.br/5-palestras-sobre-etica-leis-e-justica-pelo-mundo/