Quando um ex-presidento, atual co-presidento do país, fundador de um arremedo de partido político, discursa incitando brasileiros contra brasileiros, como neste vídeo, ele corrobora minha tese de que o PT não é um partido político, pelo menos não para uma nação que deseja aprimorar suas instituições democráticas e não alimentar uma guerra fratricída.
Este sujeito a quem o senhor Luiz Inácio se dirigiu, poucos dias depois foi à Venezuela e fez este discurso e se achou no direito de afirmar que todos nós, brasileiros, apoiamos o totalitarismo chavista.
Quando esta mesma pessoa, conversando com um cidadão sabendo que há uma câmera filmando, diz coisas como essa, a gente fica com a certeza de que por 8 anos fomos governados por um indivíduo sem o mínimo preparo para ocupar o cargo que ocupou.
Eu não tenho mais nada a acrescentar, mas:
1) O advogado Rodrigo Mezzomo tem.
2) E o Rodrigo Constantino ajusta o rótulo: "O PT é uma quadrilha disfarçada de partido político."
Esmiuçar a notícia, ler as entrelinhas, iluminar o obscuro. Revelar as intenções da mídia, de políticos e de outros de vida pública, para iludir incautos em proveito próprio. Expor a hipocrisia que nos cerca e envolve, nos cega e conduz, e nos ajuda a tocar a vida de um jeito "me engana que eu gosto".
sábado, março 14, 2015
quarta-feira, março 04, 2015
ISLAMISTAS PSICOPATAS
Entrevista de Qanta Ahmed (médica inglesa, muçulmana devota, filha de paquistaneses) nas amarelas de Veja de 4/3/15
Alguns trechos, para os que não recebem a revista.
P: O descontentamento no mundo islâmico com as charges com
Maomé, como as que foram publicadas pelo jornal francês Charlie Hebdo, torna
mais difícil uma colaboração dos moderados?
R: Não faz sentido que pessoas sejam assassinadas em um país
como a França para vingar um crime contra uma lei de blasfêmia que não é islâmica,
e sim islamista (relativo à vertente
política do Islã). O problema está nos vários regimes que sustentam a
ideologia islamista. Neles, qualquer um pode ser atacado se for acusado de
islamofóbico. Há um paradoxo muito grande.
P: Por que, então, há tantos governos baseados no Islã
político dentro e fora do Oriente Médio?
R: (...) Em cinco séculos de história legal do Império
Otmomano, houve apenas um caso de apedrejamento até a morte. Os atuais
governantes podem até apresentar seus motivos como religiosos, principalmente
os da Arábia Saudita, que se dizem guardiões das cidades sagradas de Meca e
Medina, mas a verdade é que não o são. Eles são meramente políticos
totalitários. [Eu diria “políticos psicopatas totalitários”.]
P: Muita gente achou que os protestos contra as ditaduras,
que ficaram conhecidos como Primavera Árabe, espalhariam democracias pelo
Oriente Médio. Por que isso não aconteceu?
R: (...) A população, é claro, fica menos capaz, menos
preparada, infantil, até. Quando surge uma oportunidade como a Primavera Árabe,
ela não sabe o que fazer. Não foi escrito nenhum manifesto político. Não
apareceu nenhuma ideia sobre como criar uma economia saudável. Foi uma revolta
emocional, não racional. O fracasso era o único desfecho possível.
P: A senhora é uma defensora de Israel, como se diz?
R: Quando viajo para Israel sempre fico um pouco triste. Não
encontrei a pluralidade que existe lá em nenhum país do Oriente Médio. Isso
inclui mulheres muçulmanas na direção de hospitais, cristãos israelenses na
corte suprema e judeus que foram perseguidos e banidos de outros países levando
vida digna. É daquela maneira que toda a região ao redor deveria ser.
P: Por há tanto antissemitismo no mundo islâmico?
R: Todo totalitarismo precisa de um inimigo central, que
possa ser considerado como “o outro” e leve a culpa pelos problemas da
sociedade. Esse sentimento transforma-se, quase sempre, em antissemitismo. Foi
assim com o comunismo, com o nazismo e é assim com o islamismo. Infelizmente,
lendo os livros de história, sabemos dos tipos de discriminação genocida que
essa espécie de sentimento pode produzir. Mas não só. Na realidade, a
perseguição aos cristãos não tem nada de diferente: todos são considerados
infiéis que merecem morrer.
domingo, fevereiro 22, 2015
SUPRACENTRAL DOS TRABALHADORES IV
ou A Mentira tem Perna Turta
Continuando a demonstrar que o PT não é um partido político, pois não tem nenhum compromisso com qualquer princípio filosófico, só com o ter e manter o poder, me sirvo de algumas decisões e manifestações do pensamento dos atuais petistas aboletados no poder. Veja o que o senhor Luiz Inácio disse em encontro do PT neste início de 2014: "Temos a oportunidade histórica de elaborar um novo Manifesto do PT, capaz de traduzir nossos compromissos para os dias de hoje e para os próximos 35 anos". É o que eu digo: não tem princípios, a tática é ajustá-los ao "momento histórico". E que não me acusem de ser radical, de não aceitar mudanças, etc. O problema é o que está por trás da expressão "momento histórico". No meu entendimento, no caso do PT, a tradução é: a pressão está grande, vamos ceder para permanecer.
Aí em cima neste primeiro parágrafo eu ia usar o termo "contradições" do PT, mas neste caso não cabe o uso, pois a mentira é uma técnica de manutenção "da verdade" usada, exatamente, por aqueles que são ocos de princípios. É esta a razão por trás das mudanças de ação e opinião do senhor Luiz Inácio, do senhor José Dirceu, da senhora Dilma Rousseff de outros seus correlatos e, mais atualmente, desta joia da corte, esta estrela em ascensão, que é o senhor José Eduardo Cardozo.
Palavras-chave:
Correios,
corrupção,
Dilma,
Dirceu,
ética,
impeachment.,
Lava-Jato,
Lula,
mensalão,
mentira,
Merval,
petistas,
Petrobras,
Petrolão,
poder,
princípios,
pt,
supracentral,
trabalhador,
traidor
quinta-feira, fevereiro 12, 2015
SUPRACENTRAL DOS TRABALHADORES III
O PT, respeitando-se como seu objetivo a sua designação, Partido dos Trabalhadores, foi fundado por um operário da indústria metalúrgica, depois de passar por uma experiência bem-sucedida de liderança do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, uma entidade cuja existência depende de assumir, sempre, posições contrárias ao Sindicato das Indústrias (não é juízo de valor, é reconhecimento do papel dos sindicatos) para negociar ganhos e evitar perdas. Repito aqui definição do senhor Luiz Inácio sobre ele mesmo em 2005: "Eu estou presidente, mas sou mesmo é dirigente sindical".
Esta origem do PT não tem base filosófica. Não contém uma visão de mundo ou de proposta de solução para as tantas e tantas angústias sobre a divisão e distribuição dos recursos oferecidos pela natureza, pela ciência, pelo conhecimento de maneira geral. Eu acho o pensamento marxista, uma formulação de psicopatas, mas seus conceitos visam a implantação de um sistema para todos (com exceção dos membros do politburo). Você pode achar que o liberalismo é uma inviabilidade prática, mas, do mesmo modo, propõe um sistema para todos (com exceção para os amigos do poder). O PT é uma entidade cuja única proposta, vaga, nebulosa, é defender "os trabalhadores". E quem são os "trabalhadores"? Tomando a decisão estapafúrdia (consulte os resultados neste início de 2015) de isenção do IPI para a indústria automobilística e outras, "trabalhadores" para o PT significa "trabalhadores da indústria metalúrgica".
Esta origem do PT não tem base filosófica. Não contém uma visão de mundo ou de proposta de solução para as tantas e tantas angústias sobre a divisão e distribuição dos recursos oferecidos pela natureza, pela ciência, pelo conhecimento de maneira geral. Eu acho o pensamento marxista, uma formulação de psicopatas, mas seus conceitos visam a implantação de um sistema para todos (com exceção dos membros do politburo). Você pode achar que o liberalismo é uma inviabilidade prática, mas, do mesmo modo, propõe um sistema para todos (com exceção para os amigos do poder). O PT é uma entidade cuja única proposta, vaga, nebulosa, é defender "os trabalhadores". E quem são os "trabalhadores"? Tomando a decisão estapafúrdia (consulte os resultados neste início de 2015) de isenção do IPI para a indústria automobilística e outras, "trabalhadores" para o PT significa "trabalhadores da indústria metalúrgica".
terça-feira, janeiro 13, 2015
JE SUIS HIPÓCRITA
Je suis hipócrita porque sou um líder muçulmano que acredita que a única verdade é o islamismo, gostaria de ver o mundo submisso ao islã, mas finjo que não, condeno as ações dos radicais depois delas cometidas, mas não faço absolutamente nada para desestimulá-las e evitá-las.
Je suis hipócrita porque sou um líder ocidental cristão que acredita que a única verdade é o cristianismo, imponho minha visão invadindo países de religião islâmica, seja em ações de invasão territorial, seja invadindo as mentes através dos meios de comunicação ou da propaganda direta de informação manipulada.
Palavras-chave:
anti,
árabe,
cristianismo,
fundamentalismo,
imigrantes,
Islã,
islamismo,
liberdade,
muçulmano,
ocidente,
oriente médio,
psicopatas,
radicalismo,
verdade
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